Eu voltei…

19 03 2009

Pois é gente, depois de um tempo sem postar por aqui (acreditem, eu não estava dormindo rsrs), voltei com a disposição redobrada para relatar os acontecimentos na vida deste narcoléptico que vos fala, ou melhor, vos escreve.

Dando uma espiada na net, só pra variar, achei uma matéria muito legal que trata exatamente da narcolepsia e esclarece muito sobre os medicamentos existentes. A matéria da Veja, de dezembro de 2008, ainda explica a vinda para o Brasil do Stavigile, remédio que tem mudado a minha e a vida de muitas outras pessoas. Confira:

Arma contra um pesadelo

Chega ao país o primeiro remédio para a Narcolepsia, doença em que o paciente é acometido por surtos irresistíveis de sono.

Sono incontrolável Durante três anos, o estudante Renato Albers foi refém da narcolepsia: dormia várias vezes ao dia, em qualquer lugar

Sono incontrolável Durante três anos, o estudante Renato Albers foi refém da narcolepsia: dormia várias vezes ao dia, em qualquer lugar

O estudante paulista Renato Albers passou três anos de sua vida com muito (muito) sono. Dos 16 aos 19 anos, ele vivia dormindo pelos cantos – não importava o lugar em que estivesse. “Eu não conseguia me segurar”, diz o rapaz, hoje com 23 anos. “Por mais que tivesse descansado à noite, durante o dia eu simplesmente apagava em vários momentos.” Por causa da sonolência excessiva, fruto de uma doença chamada Narcolepsia, Albers chegou a ser chamado de preguiçoso, vagabundo e drogado.

Com 3,3 milhões de vítimas no mundo, 90 000 delas no Brasil, a Narcolepsia se caracteriza por ataques repentinos de sono. Até recentemente, o arsenal para o controle da doença restringia-se a medicamentos estimulantes, como os anorexígenos e o metilfenidato, vendido sob o nome comercial de Ritalina e usado tradicionalmente contra o transtorno de déficit de atenção. Com a Ritalina, Albers conseguiu controlar o sono, mas se tornou ansioso e engordou mais de 10 quilos. Agora, supõe-se, a vida dele pode melhorar. Acaba de chegar ao país o primeiro remédio com indicação específica para Narcolepsia. Trata-se da modafinila, princípio ativo do Stavigile, do laboratório Libbs.

A medicina ainda não desvendou com precisão as causas da doença. O que se sabe é que o distúrbio neurológico está associado a fatores genéticos e ambientais. Como resultado dessa combinação, tem-se um desequilíbrio na química cerebral responsável pela vigília, mais especificamente nos níveis de hipocretina, substância que nos mantém acordados. “O narcoléptico tem quantidades reduzidíssimas, quase zero, de hipocretina”, diz o neurofisiologista Flávio Alóe, do Hospital das Clínicas de São Paulo. O novo medicamento aumenta os níveis dessa substância. Graças a essa ação específica, a modafinila reduz, de acordo com o fabricante, os riscos de reações adversas graves. Os efeitos colaterais mais comuns são semelhantes aos provocados pelo consumo excessivo de cafeína, como boca seca e dor de cabeça.

Dados sobre a Narcolepsia

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Pois é gente, tem muito mais pessoas que sofrem desse mal do que se imagina. Assim como esse cara da matéria muita gente sofre com algumas medicações, ainda bem que eu não tive esse problema, recomendado pelo meu médico fui direto pro Stavigile. Fiquei feliz por ter visto uma revista tão importante como a Veja abrir espaço para esse assunto, os Narcolépticos agradecem.








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